"Quando sua realidade particular é desafiada, ela cede à verdade."

What if I say I'm not like the others?
What if I say Im not just another one of your plays?
What if I say I will never surrender?

terça-feira, 28 de abril de 2009

Ser ou não ser?

Pensamento.
Já falei disso...

A ferramenta mais poderosa, e ao mesmo tempo tão irritante.
Irritante não pelo fato de existir e sim pelo fato de existir, na maioria das vezes, sozinha.
Me desanima o fato de tão pouca ação frente ao pensar e, me desculpem os que ofendidos se sentem, aliás, não desculpem porque é vergonhoso, e muito, o pensar e não agir. Em nada me impressionam...

Mas não cheguemos tão longe, vamos por passos.
Nada vale o agir se não se é. Ao contrário do que muitos pensam, e eu também pensava, o simples fato de pensar não te faz ser.
Quando se é, abre-se mão de tantas coisas que eu já nem lembro mais. Só pensar não faz de você diferente ou melhor que os outros, de todos os outros. Na verdade, eu percebi que faz nada mais que ser igual. Esse "pensar" é comum a todos. O verdadeiro pensar no entanto, envolve transformar, modificar.

Ver o que é errado é o que mais deveria fazer diferença, entretanto, é o que ao contrário mais ocorre. Ao ver algo errado deveria-se fazer valer em si mesmo o inverso. Nós somos apenas aquilo que queremos. "Sou senhor do meu destino, capitão da minha alma" - Invictus, Henley.

As desculpas são o grande cobertor sob o qual nos escondemos do mundo lá fora, do quarto escuro a noite quando crianças, temerosas de fantasmas e monstros. Como o cobertor, nas máscaras que usamos, nos nossos medos e mentiras, nas substâncias atrás das quais nos escondemos, a verdade continua lá fora, tudo que fazem é te contar uma mentira, criar fantasmas e pavores para você, e então te manter confortável...e quieto.
Tal como com os monstros, algumas pessoas nunca crescem.

NÓS SOMOS O QUE QUEREMOS SER.

Algumas pessoas se recusam a ver qualquer coisa além de sua vida medíocre como verdade. Nada do que fazem faz mal, é tudo conversa e exagero. A esses não dignifico a discussão.
Eu trato de um nível considerável de capacidade mental.
A mudança é necessária, é assim que evoluimos e aprendemos.
Evolução...
O pensar útil nos marca como seres racionais. Todas as coisas que fazemos sem pensar só nos fazem chimpanzés depilados com polegares invertidos e com uma incrível - e grandiosamente imbecil - capacidade auto-destrutiva.

Hoje eu posto com indignação de conhecer pessoas tão capazes se renderem simplesmente porque é mais fácil estar entre os outros, que também não acham que são como os outros, mas também acham mais fácil ser assim. Isso não os faz, senão, iguais a todo o resto.
A conivência consciente...
O mundo está ruindo por conta de coisas assim.

Meu amigo diz sempre que se quisermos mudanças é necessário que a classe média se levante, mas o que esperar se a classe média só vive de festas universitárias a se embriagar e comemorar, sabe Deus o quê?
A camada dita intelectual de hoje nada mais é que lixo, pois fala e nada faz, nada é e nem perto chega. Se nem ao menos eles seguem aquilo que é proposto, qual a razão de segui-los?

Estão todos confortáveis, rodeados de amigos, pensamentos idiotas e nem um ponto de personalidade.
Eu me recuso terminantemente a aceitar isso como uma verdade imutável. Se é real, pode ser alterado.
As pessoas podem, e elas mudam. Pioram, e algumas das vezes, melhoram. Eu já vi acontecer mais de uma vez. Eu fui criado por uma pessoa que melhorou, eu o vi crescer, ele me fez crescer. Então não dá para perder a esperança, tem muita gente para morrer antes dela.

Uma simples pergunta:

"O que faz você diferente dos outros? Do resto?"

Olhe as festas nas quais as pessoas vão, nas quais você vai, e mais importante do que ir, o que faz nelas, todos merecemos descanso. Mas até que ponto isso é tudo na vida?Afinal, nós já dormimos 1/3 de nossas vidas... Olhe as pessoas com quem conversa, a quantidade de gostos e pensamentos que você esconde simplesmente para não discordar da pessoa imbecil a sua frente, só porque ela é bonita, ou pelo maldito espírito sociável.
São essas coisas que fazem você?
No momento em que as pessoas perceberem que sua aparência, seus atos e ideais não têm que agradar os outros, o mundo poderá voltar a girar...

Pensar não vai fazer de você alguém melhor ou diferente. Ser alguém diferente vai fazer com que você pense de verdade, e aí sim, agir. Assim você vai ser melhor para você, para mim, e para todo mundo que quiser viver em algo melhor do que essa bola azul de lixo flutuante.


"Just how deep do you believe?

Will you bite the hand that feeds?

Will you chew until it bleeds?

Can you get up off your knees?

Are you brave enough to see?

Do you wanna change it?

Will you bite the hand that feeds you?

Will you stay down on your knees? "

Hoje venho pedir não o pensamento, pois já o fiz. Nem também total ação. Hoje eu peço transformação, ausência de medo pelas críticas e desconfortos pela diferença. Aqueles que criticam têm nada mais do que medo de olhar em volta e ver algo certo, enquanto ele se esconde debaixo da coberta, com medo do escuro.

Morda a mão que te alimenta, não se renda, não se submeta nem se contente pelo que é ou pelo bom da vida atual.
Todavia, se quiser ser como a grande massa, decerebrada e conivente, esqueça o que leu aqui. Você tem seus medos para se esconder.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Ferrugem...

Bem, vou tentar com uma frequência um pouco maior postar aqui, de preferência uma vez por semana...
as coisas continuam tumultuadas mas isso não pode me privar do prazer de escrever...
segue um texto que eu ainda não sei se vai sair bom ou ruim, mas eu quero limpar a ferrugem...

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Daqui uns meses eu vou lançar, se tudo correr bem claro, 3 ou 4 páginas em um fanzine de uma revista em quadrinhos com roteiro, se é que dá pra chamar uma história tão curta de roteiro, e desenhos, obviamente, meus...
Pus me a pensar em uma série tão grande de coisas e detalhes interessantes de se por nela, mas creio que minha capacidade de escrita não vai conseguir passar todas de forma interessante.

Notícias de 3 últimos dias...a quantidade de absurdos que captamos pelas fracas e vagas linhas de informação são de tamanho absurdo, e igualmente tão frequentes, que a indignação é muita na hora e com o tempo se torna corriqueira. E isso se repete sempre que vemos algo novo acontecendo, por exemplo, no nosso querido e bem elegido Congresso.
Nós rimos, todos, do quanto eles nos fazem de palhaço. Quantas cabeças eles não decaptam por dia, figurativo e literalmente (vide Mão Santa), ?
Há apenas dois ou três dias atrás o Senador Cristovam Buarque, aquele ex-candidato a presidente, propôs, marcando a sua visão do estado atual do Congresso, um plebiscito, de votação popular por natureza claro, que teria como objetivo questionar a população brasileira sobre sua vontade de manter ou não o Congresso. A parte absurda, e na qual eu não me surpreenderia, é que a grande e esmagadora maioria da população votaria para que ele fosse fechado. Eu disse que a parte de fechá-lo é absurda por significar total poder legislativo ao Chefe de Estado. Mas como também disse, em nada me surpreenderia, tendo em vista as épicas jornadas que nosso deputados e senadores - isso mesmo, nossos, somos nós os responsáveis por isso tudo - travam todos os instantes, enfrentando os dragões da Polícia Federal, os Gigantes das CPI's, as quase que nulas reclamações do povo, e defendendo-se em seus castelos - poi zé... - enquanto renunciam para serem, nas próximas eleições, eleitos novamente...enquanto isso aproveitam tudo que acumularam de dinheiro nesse meio tempo, sem terem sequer que pagar pelos crimes cometidos. Semana passada o Maluf negou mais dinheiro em empresas no nome de seus filhos...e ele vai se eleger seja lá ao que se candidatar ano que vem...
ano que aliás, muito promete. Fato mais importante de 2010?
O povo com certeza pode dizer Copa do Mundo...o importante é ganhar não é não?
Será que o Dunga vai conduzir bem a nossa querida seleção? O patriotismo brasileiro vai a mil nessa época do ano...
e depois de uns meses, perdendo ou ganhando, temos nossas eleições. Coisa banal...
Apenas presidente, deputado federal, deputado estadual, 2 senadores e governador...
O que muda?
Tudo, se bem votado... Dá para virar o país do avesso com esses votos. E de novo, faz diferença.
O problema é que a educação do povo brasileiro direciona as pessoas a serem ignorantes políticos, pessoas que não sabem nem ao certo o que cada órgão faz e para que serve.
Ninguém se lembra que a função dos Senadores é a de Legislar, criar e aprimorar leis, além de modificar e cortar leis velhas e ultrapassadas. Nos perdemos em meio a tamanhas atividades, digamos, extra-curriculares que são praticadas entre nossos representantes, desde salários de dezenas de milhares à Sogras de Assessores até contas de celular de 14 mil reais...

A ignorância popular e a conivência dos esclarecidos só vão afundar o país mais e mais nessa estapafúrdia de mesquinhagem e corrupção instaurada a muito no país.
Enquanto as pessoas insistirem em votar sem pesquisar e se conscientizar de que faz a diferença, nada vai mudar.
Cada povo tem o Governo que merece, e isso se mostra cada vez mais e mais claro.

E quanto a como pesquisar, todos os senadores e deputados têm email, além do quê, o Google oferece uma vasta rede de informações sobre candidatos, quaisquer que sejam...
Assim também farei eu quando souber quais os candidatos ano que vem.
Pensem, hoje é tudo que peço.
Nem de longe um texto bom, mas mais do que nunca, necessário...

Carinhosamente àqueles que ainda lerem isso,
- Chakal

Gostaria de recomendar um videozinho simples, 1:00 min de duração...Arnaldo Jabour sobre o Maluf semana passada.

http://www.youtube.com/watch?v=fyewBQvI0Z4

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Um pedido de desculpas, um pedido...

Eu vim pedir para que não desistam do meu blog, assim que possível eu voltarei a postar como sempre, uma vez por semana ao menos...
problemas pessoais que não cabem discutir me impedem de postagens trabalhadas, e eu prefiro não preciptar-me em algo mal feito, portanto, aguardem um pouco...
peço desculpas aos poucos que vão ler isso...

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Sem título...


Me desculpem os que acompanham o blog mas eu resolvi dar uma pausa essa semana, talvez eu publique em um intervalo melhor, mas resolvi me dar um descanso, alguma hora todos merecemos não? E nada melhor para descansar do que ouvir música inteligente e furiosa...
Eu acabei de ver no blog da minha namorada e eu resolvi postar aqui.
Uma das minhas bandas favoritas, e sem dúvida o dia em que eu vou expulsar a maioria dos meus demônios. Show do In Flames, com a companhia perfeita
. Amanhã com certeza será um excelente dia.
Bom final de semana e mais uma vez, perdão por esse lapso, não irá se repetir nesse blog.

Para não ficar sem absolutamente nada, segue uma música.


Disconnected - In Flames

Look at the dead outside my window
Wonder what's on their mind?
Why do they run?
They all seem t have a mission
But then they cry themselves to sleep

You'll receive what you give
And this is like nothing
I feel like shit
But at least I feel something

Is this all you meant to be?

Their marks in the pavement
You've walked this route too many times
What if I change the signs
Would you even take notice?

You'll receive what you give
And this is like nothing
I feel like shit
But at least I feel something

Is this all you have to give?
(Go, March.)
Straight jacket union
(Go, March.)
In chains, surrender

You'll receive what you give
And this is like nothing
I feel like shit
But at least I feel something


terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Squall

Mais um pedido atendido, o texto do Squall, muito obrigado por isso!
Excelente, apesar dele dizer o contrário...
Eu sei que o ritmo está meio frenético mas é por conta das postagens de terceiros, eu farei apenas uma postagem por semana, mesmo assim, continuo aguardando mais textos e também comentários no texto Cut Away e One Bullet at a Time, que estão abaixo.
Segue o texto, ótimo trabalho!

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Um texto totalmente inútil e descabido pro flog do Chakal.

Continuando uma certa linha de posts hei de escrever sobre as máscaras.

O ser humano teme o desconhecido, e muitas vezes o conhecido também, e pra enfrentar seus medos geralmente gera uma máscara, um falso “modus operandi” pra lidar com isso.

Eu conheço várias pessoas que tem inúmeras máscaras e por isso agem de forma totalmente diferente em situações diversas.

Conheço gente que veste a máscara de “bebum” mas não aceita que pessoas próximas bebam, pois é ridículo. Pessoas viciadas, que negam isso e julgam quem tem vícios. Enfim, pessoas que agem de acordo com o ditado “façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço.”

Eu odeio máscaras, não sei o resto de vocês... é por causa dela que nos machucamos tanto, nos iludimos e quando realmente conseguimos que alguém deixe de viver a mentira pra ser ela mesma nos decepcionamos imensamente.

O problema dos mascarados é que nós nunca sabemos o que esperar, e hora ou outra cravarão uma faca em nossas costas. Eles negam a realidade, e vivem em um mundinho próprio, de olhos fechados pro mundo, porque pra eles o caminho mais fácil é o que deve ser trilhado.

Ao contrário de nós, pessoas que mesmo sabendo que o caminho da verdade é mais árduo, prosseguimos sem pestanejar.

~Eu odeio quando isso acontece, meus textos são muito confusos e talvez pessoais demais, mas de qualquer forma vou tentar fazer dele um texto com um bom final~

O que eu queria tentar é fazer com que vocês, um grupo mais seleto de pessoas, que lêem o blog do Chakal vejam o quão ridículo é criar um “alter-ego” pra enfrentar os problemas que normalmente você não conseguiria e que evite fazer isso. Pessoas assim acabam machucando outras de forma irreversível, machucando pessoas de quem gostam e no fim se decepcionando enormemente, pois no fim elas vêem que não adiantou de nada, o problema continua ali (provavelmente maior) e a hora de resolve-lo já passou.

Well, como eu disse, um texto ridículo. Mas que se lido e relido várias vezes, e depois de uma boa reflexão, pode-se tirar alguma utilidade dele."



Squall Macthorio

Friik - System of a Down

What's my problem?
Here's my problem...
My problem is that I'm too visual to be blind,
Too audiological to be deaf,
Too ideological to be in peace,
Too compassionate to be in war,
Too crazy to be sane,
Too sane to be lazy,
Too emotional to be YOU!!!

If I could only stop my head from going into constant
infection,
Then maybe I could swim back to my own version of consistent
sanity.
Angelic demons, liquid dreams, transparent mountains, of our own
reality.

Burning oceans, melting faces, melting faces, why?

If I could only stop my head from going into constant
infection,
Then maybe I could swim back into my own version of consistent
sanity.
Angelic demons, liquid dreams, transparent mountains, of our own
reality.

Burning oceans, melting faces, melting faces, why?
Lying pictures, screaming metal, in my control...

Amnesia, hysteria, insomnia, constant canutations until you're
in the hospital and you're
fucking DEAD!!!

Burning oceans, melting faces, melting faces, why?
LYING PICTURES! SCREAMING METAL! In my control...
Baby, my mind's got it all in control,
Maybe I'm not in control...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Entrevistado de hoje: Cut Away.

Segue o texto do Tinan, metalinguístico ao extremo, e um presentão pra mim.
Tem o meu texto abaixo do dele, One Bullet at a time, que ainda está aguardando algum comentário...
E continuo aguardando os textos das outras pessoas...

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Primeiro: vomitarei ideias, entao nao reclamem se meu texto destoar no meio desse monte de retorica digerida aqui.

Segundo: no fundo escrevo pra mim mesmo, e se gostar gostou, se nao gostou vou ali comprar um leite, porque quem nao aguenta..

E não, não foi pseudo revolta, tava so alimentanto meu ego.

Terceiro: se houver um puxa saco acéfalo lendo isso, levante a mão, bote sobre a mesa que eu cortarei com ela com um cutelo.
Quarto: sim, estou enrolando pra começar, porque esse daqui resolveu nascer prematuro e tá sendo um parto complexo.

Posso passar horas conversando sozinho nesse monologo, mas prefiro perder um tempo fazendo o que eu mais gosto.


Nada.


Escrever é parir, como já foi dito antes, e cada parto tem sua dor e seu tempo de duração. O problema dos textos é exatamente esse, alguns nem mesmo tem tempo de gestação.
Eu, diferente do dono desse blog, sofro com precocidade gramatical, se não for no atropelo, não vai ser nunca.
Não tenho idéias a expor aqui, pois já tenho meu canto para fazer isso.
Não que atinja as massas, porque as massas me cheiram a merda.
Prefiro me dirigir aos outros sem apelar pra auto-ajuda ou palavras melosas e mal ritmadas. Na verdade gosto de acreditar que todos tenham a capacidade de fazer algo parecido com esse texto, me iludo muitas das vezes, mas supera-se.
Se gosta de sofrer, de reclamar de sofrimento, de fazer versos expondo esse sofrimento contagiante que atiça sua alma e tudo o mais, legal fera, seu mundo acaba aí. Cansei de dizer que o primeiro passo pra não mudar nada é reclamar e sentar o rabo na frente de um pc achando que meia duzia de gatos pingados vai mudar o mundo.
Escrever é se descobrir, e por mais que alguma pessoa se identifique com o que suas descobertas pessoais, ela não é você e suas ideias nao sao lá exatamente originais, assim como as minhas não são. Diferente do dono desse blog, que é um puta de um amigo, eu opto pelo choque repentino que se retira rapido de cena, diferente dos milhoes de palavras que ele despeja aqui.
Feito meu marketing pessoal e analise de idéias soltas em um bloco de notas, me despeço do meu próprio monólogo com um leve receio de não agradar muito.
Mas quem veio a esse mundo só pra agradar, sinto muito, nasceu no planeta errado.

E como não pode faltar, música.
Juro que pensei em colocar Engenheiros pra implicar, mas pensei duas vezes.



Alice in Chains - Heaven beside you.

Be what you wanna be
See what you came to see
Been what you wanna be
I don't like what I see

Like the coldest winter chill
Heaven beside you... Hell within
Like the coldest winter chill
Heaven beside you... Hell within
Like the coldest winter will
Heaven beside you... Hell within
And you think you have it still, heaven inside you

So there's problems in your life
That's fucked up, and I'm not blind
I'm just see through faded, super jaded
And out of my mind

Do what you wanna do
Go out and seek your truth
When I'm down and blue
Rather be me than you

Like the coldest winter chill
Heaven beside you... Hell within
Like the coldest winter chill
Heaven beside you... Hell within
Like the coldest winter will
Heaven beside you... Hell within
And you wish you had it still, heaven inside you

So there's problems in your life
That's fucked up, and I'm not blind
I'm just see through faded, super jaded
And out of my mind

Like the coldest winter chill
Heaven beside you... Hell within
Like the coldest winter chill
Heaven beside you... Hell within
Like the coldest winter will
Heaven beside you... Hell within
And you know you have it still, heaven inside you

So there's problems in your life
That's fucked up, but You're not blind
You're just see through faded, overrated
And out of your mind


Meus cumprimentos, e boa leitura dos próximos textos, meus ou não.

- Cut ∆way.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

One bullet at a time...

Primeiramente, parabéns a Lalah pelo excelente texto, e eu continuo esperando comentários e os textos dos outros...que seja inutilmente, mas eu continuo esperando...
Segue minha contribuição para o blog essa semana...

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Violência...
Assunto velho. Problema no mundo inteiro.
E mais uma vez. Por quê?
Primordialmente utilizada para impor-se a soberania e como demonstração de força, praticada pelo mundo todo nos mais diversos segmentos, desde pais que agridem seus filhos, maridos que pensam impor sua autoridade através da violência contra as mulheres até nações que estendem sua força através do globo por diversos motivos, que não cabe discutir.
Percebemos no dia-a-dia que o uso de violência realmente existe como instinto dentro de cada um de nós. Quantas vezes na vida de cada um a ler isso não sentiu vontade de usar de violência, seja pela raiva ou irritação, por motivos nobres ou banais?
A verdade é que a violência não resolve absolutamente nada, mas está presente em cada um de nós, como mais uma das coisas sem sentindo da nossa existência. Não existe uma funcionalidade, mas ela está lá.
Irredutível, presa dentro de cada um de nós, com garras e dentes. O instinto primal, animalesco de mostrar a sua força, o apelo destrutivo em cada olhar.

Nós seres humanos nos vangloriamos e gostamos de nos imaginar tão superiores aos demais animais, tanto somos mais racionais. Os nossos instintos são tão primitivos quanto os deles, ou piores. Grande parte das disputas por território ou liderança entre os mais diversos grupos animais não termina com a morte de nenhum dos desafiantes. O ser humano insiste em melhorar e aprimorar suas técnicas de expor sentimentos tão baixos.
A maioria simplesmente não para e pensa em quanto é horrível a morte de alguém, pelas mãos de outra pessoa e o propósito sombrio e desprezível por trás dessas atitudes, e inúteis.
Os pensamentos por trás dos inventores me intrigam...o ser humano realmente parou em algum momento e utilizou-se de um processo "intelectual" para criar, desde os primórdios do uso de ossos e clavas de madeira rudimentares - memorável cena 2001: Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick - até armas de fogo complexas e armas de destruição em massa? Digo, quando foi que a morte se tornou tão banal, a ponto de uma mente analisar e construir algo cujo único propósito é a morte de outro? Soa tão absurdo a vocês quanto a mim? Alguém projetar toda uma linha complexa de pensamentos até a arte final de uma arma de fogo?

O ser humano é tão irracional quanto, não, é mais irracional e selvagem do que qualquer outro do reino inteiro.
Sabe, um dos Quatro Cavaleiros do Apocalypse se chama Morte, e um outro Guerra. Não parece ser por acaso...


Humano usando uma arma (foto)



"Man is the only animal that deals in that atrocity of atrocities, War.
He is the only one that gathers his brethren about him and goes forth in cold blood and calm pulse to exterminate his kind. He is the only animal that for sordid wages will march ou...and help to slaughter strangers of his own species who have done him no harm and with whom he has no quarrel. and in the invervals between campaigns he washes the blood off his hands and works for 'The Universal Brotherhood of man' with his mouth"
- Mark Twain



"Nós matamos moscas e ratos, são pragas! Nós matamos raposas e patos, é divertido! Nós matamos humanos, pois são pragas! E é divertido!"
- George Carlin


Somos mesmo desprezíveis. E, como já foi publicado, além de praticarmos, nós nos deliciamos ao ver de novo as paredes tingidas de vermelho e nadar em litros sangue.


Proponho hoje uma mudança simples de atitude, por um único dia que seja.
Proponho a repressão de sentimentos baixos como violência e agressão, mesmo que verbal.
Venho propor que ajamos como humanos, racionais, e que tal atitude reflita-se em argumentações lógicas. Não discuta algo com alguém simplesmente esperando a pessoa acabar de falar para poder jogar seus argumentos em seguida, isso não é respeito ao próximo. Analise o que estão lhe dizendo e absorva aquela informação, trabalhe-a. Todos entram nas discussões querendo estar certos, ninguém nunca vai entrar em uma sabendo que está errado, e se o fizer, vai ser muito burro. Todos discutem pensando estarem certos, não se incomode com isso, não se irrite, você faz exatamente o mesmo. Não ignore as pessoas em discussões, ouça e aprenda, é para isso que elas servem. Ignorar só transmite uma sensação se desconforto e arrogância, que constantemente alimenta o instinto selvagem. Trabalhem o mundo a volta, façam dele o que querem que seja, mesmo que sejam os únicos a fazê-lo! Não é pedir demais, por um único dia é?




Right in Two - Tool

Angels on the sideline,
Puzzled and amused.
Why did Father give these humans free will?
Now they're all confused.

Don't these talking monkeys know that
Eden has enough to go around?
Plenty in this holy garden, silly monkeys,
Where there's one you're bound to divide it.
Right in two.

Angels on the sideline,
Baffled and confused.
Father blessed them all with reason.
And this is what they choose.
And this is what they choose...

Monkey killing monkey killing monkey
Over pieces of the ground.
Silly monkeys give them thumbs,
They forge a blade,
And where there's one
they're bound to divide it,
Right in two.
Right in two.

Monkey killing monkey killing monkey.
Over pieces of the ground.
Silly monkeys give them thumbs.
They make a club.
And beat their brother, down.
How they survive so misguided is a mystery.

Repugnant is a creature who would squander the ability to lift an eye to heaven conscious of his fleeting time here.

Cut it all right in two

Fight over the clouds, over wind, over sky
Fight over life, over blood, over prayer,
overhead and light
Fight over love, over sun,
over another, Fight...

Angels on the sideline again.
Been soon long with patience and reason.
Angels on the sideline again
Wondering when this tug of war will end.

Cut it all right in two
RIGHT IN TWO!




Gostaria de aconselhar os filmes Senhor das Armas (2005), de Andrew Niccol, com Nicolas Cage e a versão original, leiam bem, a versão original, e não esse remake ridículo estrelado pelo Keanu Reeves que fala sobre meio ambiente, de O Dia em que a Terra Parou (1952), de Robert Wise.

Atenciosamente, Chakal.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Lalah...



"O ser humano anda cada dia mais cruel e impiedoso.
É visível para todo lado as brigas pelo poder, seja político, militar ou religioso. Morrem crianças, mulheres e inocentes por um ideal de uma minoria poderosa. Isso já é bastante ruim, mas ainda não é o pior. O pior é que atualmente os seres humanos estão corrompidos e conformados. O povo hoje é conformado com a falta de justiça, com abuso de poder, com o crime e só diz que nada pode fazer! Eu me indigno com isso, como nada podemos fazer? Se nos unirmos, somos mais poderosos do que qualquer governo. Eu queria que as pessoas não tivessem medo, queria que as pessoas fossem corajosas e não se conformassem. Queria um mundo mais justo, mas infelizmente, se só eu e os poucos que conheço estivermos dispostos a “lutar” por isso, vai continuar na utopia..."

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Aquilo que se tem que ser...

Um post muito próximo ao outro...
Ainda espero comentários, pra bem ou pra mal, do outro...
Prossigamos.

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Deparei-me com um dos melhores trabalhos que já vi no ramo de animação nesse último mês.
O nome é Code Geass, é um anime produzido em 2006 no Japão, e trata de um futuro onde um Império gigantesco oprime diversos países, dentre eles o Japão, renomeado de Área 11, onde a cultura e até mesmo o nome do povo foram destruídos.
Em meio ao tumulto surge um jovem que, pelos vários motivos que possui, inicia uma revolta contra o Império, sob a máscara de Zero. A história é fantástica, e o Anarquismo e os ideais de revolução estão por toda parte, em cada ação e diálogo, em personagens reais, profundos, onde não se tem uma briga entre bem e mal, tem-se o grande conflito de idéias e a profunda necessidade de liberdade, totalmente além dos clichês.
É perfeito, mais uma obra para a coleção de elementos que fazem a diferença pelo seu conteúdo e pela inteligência da sua composição. Eu aconselho a todos que assistam, eu não sou de ver anime, mas esse é uma obra de arte.



"Quem quiser nascer tem que destruir um mundo" Hernan Hesser

Leva-se a risca a idéia de rebelião, e em vários momentos os mascarados de Code Geass e V de Vingança parecem exatamente o mesmo, tanto na forma de agir quanto nos propósitos, e até mesmo o passado de ambos se assemelha em alguns aspectos.
Nem por isso não vale a pena assistir cada um dos episódios, eu garanto que compensa.

Um conceito errado de Anarquia vem sendo passado para a frente, onde dizem que trata-se de algo que é contra tudo, contra família, contra escolas, etc... na verdade, o termo anarquia vem do termo grego anarkhos, que significa "sem governantes".
A filosofia política do Anarquismo muitas vezes é confundida com a ausência de ordem.
No entanto, o Anarquismo prega uma série de leis instituídas e pelo qual o poder de executá-las cabe a cada um, numa forma de organização horizontal e libertária.
Divide-se em variadas vertentes pelo modo de se conseguir tal façanha, destituir de todo poder.
Mas uma coisa é certa - e é a principal base do Anarquismo - o poder corrompe.
Os Estados socialistas por todo o mundo foram prova disso. Uma vez no poder, torna-se inimaginável um ser humano, tipicamente egoísta, abrir mão dele quando necessário. Por isso o Anarquismo é contra a coerção, o uso de força e intimidação para forçar-se algo sobre alguém.
Hoje em dia mostra-se uma coerção diferente na maior parte da sociedade, que não cabe a mim repetir, está logo abaixo.

Eu não vim aqui explicar um termo cuja curiosidade uma simples pesquisa satisfaz.
Eu vim aqui propor algo. Nada de comparado a uma revolução, nada semelhante na verdade.

Eu vim aqui hoje pedir algo que eu considero simples, e que embasa uma das doutrinas anarquistas. Ao invés de simplesmente escrever aqui várias e várias vezes, e cair na rotina até perder todos os leitores, eu gostaria de pedir a cada um, cada um que já fez um comentário, cada um que já leu algum desses textos, que escrevesse algo para mim. Não peço algo em especial, peço algo que lhe faça sentido, qualquer que seja. Algo que você percebe nos humanos, algo que incomoda, opressão, qualquer coisa. Eu gostaria de publicar aqui, fazer algo realmente horizontal. E se acham que não pode dar certo uma única vez, é só saber se você alguma vez já pesquisou algo na Wikipedia, é o melhor exemplo da coletividade e igualdade real que o Anarquismo prega.

É só o que peço. Um texto, com qualquer coisa, um link para imagem, uma música agregada, mas eu quero palavras que digam algo, quero saber mais do que minha própria opinião. Os poucos que lêem meus textos já perceberam inúmeras falhas, ninguém está aqui para julgar.
Não sei se vai surtir qualquer efeito, por mais que eu queira, mas segue o e-mail para envio.
igor_chakal@hotmail.

De qualquer forma continuarei escrevendo...intercalado entre os textos dos outros ou não.


Revolution Begins - Arch Enemy

Since the day that you were born
the wheels are in motion

Turning ever faster -
Play your part in the big machine

The stage is set,
the road is chosen

You fate preordained
We are watching you -
every step of the way


Never too late to stand your ground - Revolution begins
In you
- In me
- Revolution!


Once lost - Lost in their game
Mental chains breaking now
Set yourself free
Who are they to tell you what to do?
The stage is not set,
the road is not chosen

Your fate not preordained
They are losing control
- every step of the way



Atenciosamente, Chakal.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A verdade, nada além da verdade...

Estou com saudades da S.
Aprendi a fazer Tsurus! \o/
Terminado o momento nada a ver...
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O mundo a volta é incrivelmente perturbador.
E hoje eu me dedico a assuntos perturbadores para a maioria, e dos quais não espero admiração por esse texto.
Eu olho sempre ao meu redor e vejo o quanto a sociedade é bem estabelecida e firme, o quanto o seu sistema é impecável e minunciosamente funcional e o quanto sua manipulação é precisa.
Em um mundo em que a força não pode ser mais imposta, outros métodos de controle têm de ser criados, métodos discretos, facilmente incorporados e que se espalhem de um modo igualmente fácil.
Desde os tempos antigos o controle é necessário... alucinógenos e dependentes são utilizados para manter-se o controle de um grupo de pessoas, trabalhadores, escravos ou livres, que se matavam se preciso fosse para ter um pouco mais daquilo.

Espero que ninguém aqui pense que a cerveja foi uma bebida inventada para os faraós no Egito. O ópio foi amplamente utilizado para manter fixos e alienados os trabalhadores da China por séculos. O gorverno por lá ainda é autoritário. "Mas isso acontece por que os chineses são "comunistas"!" Tem toda razão...nós somos mais discretos.
Os colonizadores espanhóis mantinham os indígenas nas minas por um sistema que já era utilizado pelo seu próprio povo, provocar dependência aos trabalhadores, que eram então facilmente levados à exploração de minérios longe das vilas.

O que acontece hoje no entanto é mais camuflado.
Os chamados Junkies são revoltados com a vida, e não vêem nela qualquer valor, já que o mundo é assim tão ruim, que diferença faz? O grande porém é um simples detalhe.
Não se vê com tanta frequência pessoas morrerem com cirrose nem nada do tipo, isso só torna suas vidas mais miseráveis, mas os buracos no seu fígado se fecham com o tempo, apesar de sequelas permanentes que resultam numa queda brusca na qualidade de vida. Quanto aos buracos no cérebro, infelizmente, o mesmo não pode-se dizer. As ligações que seus neurônios fazem e da perda que o alcóol traz a elas. Uma garrafa de cerveja por semana (eu havia editado erroneamente antes) significa uma perda de 40% da fertilidade no caso feminino até os 30 anos, e a mesma quantidade significa uma perda de até 50% da capacidade sexual no caso masculino, também até os 30...esses dados não costumam circular por aí...
Em resumo, a grande revolta dos Junkies com a sociedade os leva a sua escapatória, rumo aos produtos usados pela sociedade para mantê-los onde estão, na insignificância. Com tanta revolta, nada mais são do que marionetes do sistema. Tentam sair dele e se afundam de cabeça naquilo que todos esperam, a fila indiana do dia-a-dia. Indianos que aliás, sempre foram os maiores produtores de ópio da história mundial.

Por mais ultrajante que seja, todos sabem que bêbados e drogados não se levantam contra nada. A não ser que acabe a bebida e a droga. E quando isso ocorre, o que acontece nunca leva a lugar algum. Esse grupo mal consegue manter uma linha de pensamento quando tem em seu corpo a substância de tamanho agrado. O máximo que ocorre é um choro incontido e uma indignação com a vida que geralmente termina com uma dor de cabeça no dia seguinte usualmente chamada de ressaca, ou outros tantos nomes que os drogados dão. Pessoas bêbadas são todas iguais. Para beber, até um mendigo serve, é só chamar. E tem gente que chama de amigo por ser, o outro, aquele com quem sai para beber.
Eu não culpo a sociedade, meios tão eficazes realmente são ótimos, principalmentes se instalados na juventude e que será o exemplo passado de geração a geração. Se eu fosse um líder manipulador que quisesse que as pessoas, principalmente os jovens, que seriam os meus piores inimigos, fossem mantidas sobre as minhas rédeas, eu usaria sem pensar esses métodos. É tão simples e fácil, a falsa sensação de maturidade e de sociabilidade que isso tudo traz. E sempre existem desculpas, eu só conheço uma, e se chama covardia frente a um mundo diferente. Já dizia Reznor, "A dinâmica de um relacionamento muda quando uma das partes ao menos está sóbria". Realmente, eu conheço pessoas que para eu aguentar, só se eu estivesse bêbado. Como eu não bebo, eu não aguento.

A essa altura a maioria já parou de ler, mas eu gostaria de falar do meu meio de manipulação predileto: a comunicação, em especial, a TV. Não vou falar de música aqui por que não acho que seja hora, nem sei se um dia vai ser...e a situação atual é vergonhosa.

Revistas, jornais, um mundo inteiro de sensasionalismo e vendas que mantém todos nos mesmo trilhos. A leitura porém, ainda nos força a ter o que entender o que está escrito, a informação tem que ser decodificada. Isso ainda permite que a crítica seja aplicada que todos possamos questionar aquilo. É claro que tem quem não faça isso nem lendo. Por favor, mesmo com senso crítico, tirem a Veja das vossas vidas, eu nunca vi tanta baboseira em tão poucas páginas. Dá para obter as informações em outros lugares.

A TV no entanto, simplesmente implanta as informações em nossa mente, ela não nos dá tempo para racionalizar, para saber se é certo ou errado. Ela simplesmente te conta aquilo, ela não quer saber se você quer ou não assistir a violência gratuita ou aos besteiróis de sempre (vide BBB). Está lá, e você não tem opção. E não me venham com mudar de canal, porque isso se espalha a 99% deles.
E o ser humano adora isso. Ver a vida dos outros dentro de uma casa, é mais prático que ir a um zoológico, e tem pessoas lá dentro! Não é uma idéia incrível?
Eu pedi para questionarem-se a um tempo, não foi? É um momento interessante para fazê-lo.
Os jornais televisivos despejam uma quantidade infinita de informações inúteis, alteradas, manipuladas, e não se dão ao trabalho de se retratar caso estejam errados. Simplesmente deixam para lá caso aconteça, afinal, o povo tem memória curta. Novamente peço para não discordarem, tem gente que ainda vota no Maluf. Os que jogam RPG sabem a quantidade de asneira que é dita e as desculpas que não são dadas, nós sofremos bastante com isso.
A violência vende, isso é fato. O ser humano adora ver o sangue jorrando da tela de sua tv e encharcando o tapete e piso de suas salas, enquanto a família se reúne feliz para mais uma noite de informações, um verdadeiro circo de horrores. Uma criança foi arremessada pela janela, jovens foram sequestradas, pessoas perderam suas casas para o tempo, a Natureza é mesmo muito malvada. Como podem pais fazerem isso com seus próprios filhos? Maridos espancam suas mulheres todos os dias, e eu nunca vejo uma notícia sequer, a não ser que seja alguém famoso.
Alguém aí viu algo sobre a reconstrução das casas dos desabrigados? Sobre as políticas que dão certo pelo mundo todo? Aquele show da banda que tem letras inteligentes e que fala do que é necessário? Ou quem sabe do político que tenta afinco adotar leis que auxiliem melhor a população num geral, de vários modos? Aquele livro bom de se ler? Aliás, livro é uma coisa que ativa o cérebro, qualquer que seja, é incrível como não se vê comerciais de livros na TV né? Todos nós sabemos porque, simplesmente não vende. "Não interessa!" "É muito chato!"

Nós gostamos de acreditar que aqueles são casos peculiares, que o ser humano é um ser bondoso, que somos enviados de um bem maior. Eu não entendo o porquê até hoje de Jesus ter sido posto na cruz. Somos mesmo muito bondosos.
Nos entregamos à força da sociedade, inventamos desculpas para nós mesmos e nos curvamos para um mundo que é tão falso, que nós mesmos nos iludimos frente às nossas mentiras. Gostamos de olhar em volta e ver que está tudo bem, todos fazem o mesmo, porque nós seríamos diferentes? Não faz qualquer diferença não é mesmo? Um voto? Uma cabeça pensando? Um preso por discursar contra um governo do outro lado do mundo? Que diferença faz? Um garoto que pára em frente a um tanque de guerra, na iminência de ser morto, em um país autoritário e é preso. Não aconteceu nada. Mas ninguém sabe que ele foi preso e morto em seguida. A coragem esteve lá o tempo todo, e para a maioria não passou de um idiota. E se todos tivessem se levantado? Se todos os chineses pularem ao mesmo tempo, a Terra sai de órbita. Se todos os chineses gritarem ao mesmo tempo, a população do hemisfério inteiro deles morre pelo som. E se eles se revoltassem? Não faria diferença? Sabem porque não fez? Porque cada um, cada único indivíduo, achou que a sua participação não faria diferença. É sempre mais FÁCIL esperar os outros fazerem. Se fizer diferença que bom, o mundo muda, senão, "ah! eu já sabia!".
Não posso me desculpar aos ofendidos.
Os exemplos estão subentendidos em músicas, livros, filmes. Em tudo. Só que ninguém vê.
Ninguém aqui viu o V bebendo antes de explodir o parlamento, viu? Preston fumando antes de acabar com o regime do Grammaton? Ou o Neo assistindo tv antes de vencer o Agente Smith?
O V inclusive está assitindo O Conde de Montecristo, uma ótima inspiração à força de vontade. E Preston se revolta contra uma droga usada em massa na população mundial. O mesmo conceito de droga pode-se aplicar para a Matrix nos seres humanos. Parece idiota essa comparação. Talvez seja, talvez não...

Que me desculpem, mas a minha proposta era de ter apenas a verdade nos textos, e a verdade é uma só.

Gostaria de receitar os filmes Obrigado por Fumar,
Equilibrium, (do tal Preston que falei)
e os já conhecidos Matrix e V de Vingança (sempre né...).




Vicarious - Tool

Eye on the TV

'cause tragedy thrills me
Whatever flavor it happens to be

Like:
"Killed by the husband" ...
"Drowned by the ocean" ...
"Shot by his own son" ...
"She used a poison in his tea,
Then (she) kissed him goodbye"
That's my kind of story
It's no fun til someone dies.

Don't look me at like I am a monster
Frown out your one face, but with the other (you)
Stare like a junkie into the TV
Stare like a zombie while the mother holds her child,
Watches him die,
Hands to the sky cryin "why, oh why?"

Cause I need to watch things die from a distance
Vicariously, I live while the whole world dies
You all need it too - don't lie.

Why can't we just admit it?
Why can't we just admit it?
We won't give pause until the blood is flowin'
Neither the brave nor bold
Nor brightest of stories told
We won't give pause until the blood is flowin'

I need to watch things die from a good safe distance
Vicariously, I live while the whole world dies
You all feel the same so why can't we just admit it?

Blood like rain fallin' down
Drum on grave and ground

Part vampire, part warrior,
Carnivore and voyeur
Stare at the transmittal.
Sing to the death rattle.

La, la, la, la, la, la, la-lie (x4)

Credulous at best
Your desire to believe in
Angels in the hearts of men.
But pull your head on out (of) your hippie haze
And give a listen
Shouldn't have to say it all again

The universe is hostile
So impersonal
Devour to survive
So it is, so it's always been ...

We all feed on tragedy.
It's like blood to a vampire.

Vicariously, I live while the whole world dies
Much better you than I.

Atenciosamente, Chakal.

domingo, 25 de janeiro de 2009

One Simple Thing...

Conversas, conversas, percepção...imaginação, pensar.
Parece simples...pensar.
Já tentou alguma vez?

É difícil parar depois que se faz uma vez, não é?
É um vício. Uma droga.
Olhar o mundo ao redor, chamá-lo de lixo e pronto não soa tão ruim, mas qual o bem isso trás?
Se nenhuma diferença é feita, nada mais é do que mais um dentre muitos, mais uma ferida a
ser fechada, mais uma manipulação bem-sucedida.
A sociedade não se incomoda com pessoas que praguejam contra ela, ou que aplaudem enquanto alguém se dispõe a bater palmas para alguém que dá uma palestra ou faz um discurso contra ela, tentando despertar os outros. Ela sabe que as pessoas que batem palmas e que simplesmente praguejam nada mais são do que uma prova de que a população se manterá como está. O problema é quando elas se levantam...

"Por quê?"
Desconheço as regras de utilização da expressão, a separação e acentuação dela, mas entendo perfeitamente que usá-la faz de qualquer um melhor.
Questionamento é o primeiro passo para a consciência, e "
A consciência é o único fator capaz de mudança, de salvação..."
Questione-se, "porque beber?" "porque falar isso?" "porque não falar?" "porque eu me c
alo às críticas?"
"porque eu não critico?" "porque eu acho mas não digo? Simplesmente porque a pessoa à minha frente vai discordar, se injuriar ou não agradaria?"
Por quê?
Abra a sua mente, questione-se, seja mais...pense mais.

A manipulação está em cada um, a influência é marcante na existência humana, tudo que somos e fazemos deve-se à influência alheia, mas influências são dois lados de uma mesma moeda; a iluminação vem pela influência, mas também vem a alienação e a conivência.
A que ponto nos deixamos influenciar?
Até onde vai a nossa capacidade de auto-crítica?

Hoje venho aqui, pedir unicamente que aguardem, que mantenham-se como são, os que eu sei que lêem isso, vim pedir algo simples. Eu só peço que pensem, durante um dia, raciocinem sobre as coisas ao seu redor, o porque de cada uma delas, se fazer ou não, tendo em vista o pensamento, seus ideais, e qual a essência daquilo e disso, qual sua essência.
Um dia, é tudo que peço, se não for pedir demais.
Não acho que seja.

Eu sei que eu me repito nas bandas, mas pessoas inteligentes se provam capazes em mais de um trabalho e uma música, então, mais uma composição do Reznor, Nine Inch Nails, de um álbum cujas músicas espero por todas...


The Greater Good - Nine Inch Nails

Breathe... us in
Breathe... slowly
Breathe... us in
Slowly...
Everything you do,
Everywhere you go,

Anything we want

Anything

Persuasion (slowly)

Coercion (slowly)
Submission (breathe)
Assimilation (us in)
Breathe... us in

Slowly...


Now it's all just a matter of time...




-Atenciosamente, Chakal

sábado, 24 de janeiro de 2009

Hurt



Hoje me disseram que eu posso ser um bom exemplo de vontade e força.
Não sei se é verdade, mas me fez feliz...

Me abisma a força com que as pessoas se ligam a certas coisas, deixam outras para trás, e na inversa proporção que tem o valor disso.


Hurt - Nine Inch Nails

I hurt myself today
To see if I still feel
I focus on the pain
The only thing that's real
The needle tears a hole
The old familiar sting
Try to kill it all away
But I remember everything

What have I become?
My sweetest friend
Everyone I know
Goes away in the end
You could have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt

I wear this crown of shit
Upon my liar's chair
Full of broken thoughts
I cannot repair
Beneath the stains of time
The feelings disappear
You are someone else
I am still right here

What have I become?
My sweetest friend
Everyone I know
Goes away in the end

You could have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt
If I could start again
A million miles away
I would keep myself
I would find a way


Porém, eu me apego à raiva da música original, e não a melancolia da versão do Cash...

Hoje não estou aqui para mostrar nada, nem ensinar nada, simplesmente deu vontade de escrever algo inútil...
Perdão.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Quão profundo é sua vontade? Sua alma?

De que servem todos esses uivos?
Em uma semana eu já questiono a utilidade disso aqui.
Mas eu anseio todas as maneiras possíveis de expressar o que quero e sinto, aquilo que pretendo passar para a frente, estender aos outros.
Terminado e terminando o momento metalinguístico, dedico-me ao post de hoje.

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Abismo cheio de valas.
Valas bem ocupadas.
Ocupantes atônitos, mortos.
Ao menos as covas pelo mundo têm mortos.
Espanta-me a quantidade de mortos que temos nas ruas, vivendo, comendo, rastejando sua carcaça fétida apoiando-se pelos muros e marcando sua existência com miséria e pena.
Pessoas sem futuro, sem vontade, sem sonhos.

Já perdi a noção de quantas vezes vi tantos chorando por pouco, desfazendo-se em questões ínfimas se comparadas a condições que preocupam a cabeças de alguns.
Já vi pessoas se desfazerem frente ao que é grande. A essas pelo menos resta o bom senso de cair frente ao desafio.
Porém para mim, merecem tanto quanto os mortos de que falei, pena.

Dedicar-se ao nada parece deprimente, parece não, é deprimente, e é exatamente o que esses seres vivem, a depressão. Confesso que se minha existência se baseasse em necessidades físicas e em uma série de tarefas sem propósito, eu viveria em depressão.
Mas teria ao menos a coragem para terminar essa desprezível existência, ao contrário do que vejo acontecer. Seres que se dizem pessoas, que julgam, que maltratam, que desfazem dos sonhos alheios pelo simples fato de não possuírem espírito e vontade, sonhos e desejos.

Não se trata senão de vontade e sonhos, de conquistas e derrotas, a essência do que é o ser humano e a real capacidade que tem cada indivíduo de vencer. Já vi várias definições, sobre quão nobre é aquele que persegue seus sonhos, e sobre quão idiota é aquele que pensa que pode viver pela sua vontade, e que o dinheiro, principalmente, surgirá dos frutos dessas ânsias. Para mim porém, trata-se o sonho de uma única coisa: Alma. Se as pessoas querem ou não mantê-la e possuí-la não me cabe decidir, cabe a cada um, mas eu particularmente sinto-me contente com meu espírito uivante.

Trata-se de coragem, de força, de espírito e nada mais. Se você quer algo você consegue é aquilo que dizem para crianças para alimentá-las de esperanças falsas e de sonhos fúteis.
Se você quer algo, você corre, se você se mostra capaz frente às decepções e obstáculos, você consegue.
Soa mais complicado não?
Quem disse que a vida é simples?


The Hand That Feeds - Nine Inch Nails

"Just how deep do you believe?
Will you bite the hand that feeds?
Will you chew until it bleeds?
Can you get up off your knees?
Are you brave enough to see?
Do you want to change it?"


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Eu ainda vou repetir-me nessa música...

Dedico essa postagem em especial, mas não somente, a Lalah, que nos dias que se seguem dará o primeiro passo sobre sua vontade e rumo aos seus sonhos.
Dedico ainda a Steph, que me mostra adentro à graciosidade de seu sorriso e na delicadeza da sua voz, a força que tanto procurei na companhia com que tanto sonhei.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A Revolution


You Can't Kill the Revolution - Rage Against the Machine & Tool

Living on the street shores

He didn't learn and wanted children
Said, "What is there left to stay alive for?"
He doesn't wanna see it...

He didn't wanna deal with it
Here they come, feelings that come as natural
Whatever left, he considered a loss, y'all
He doesn't wanna see it...

Running away, getting some kinda cure
"What is there left to keep him alive?" she said
Give him your love, give him your love to save him
Give him your love, give him your love to save him

Give him your love, give him your love to save him
Don't run away, give him your love to save him
Give him your love, give him your love to save him
Give him your love...

You can kill the revolutionary
But you can't kill the revolution
You can kill the revolutionary
But you can't kill the revolution

Lies, negative indoctrination of our good selves
Promote feelings of such hopelessness, powerlessness
Suicide or a slower death from addiction
seemed to be the only way to stop the pain

Running...

Lies, negative indoctrination of our good selves
Promote feelings of such hopelessness, powerlessness
Suicide or a slower death from addiction
seemed to be the only way to stop the pain

Suicide seemed to be the only way to stop the pain
Suicide seemed to be the only way to stop the pain

You can kill the revolutionary
But you can't kill the revolution
[Zach & Maynard 4x:]
You can kill the revolutionary
But you can't kill the revolution


Uma incrível música, cujos ideais eu ainda disseminarei muito por aqui.
Quem viu e entendeu o filme V de Vingança ou leu a Graphic Novel sabe o quanto essa idéia é verdade.

"Ideas are bulletproof"


Uma revolução em andamento não pode ser detida, o poder do povo sobre o governo é inegável, e a opressão sofrida nos dias de hoje se deve unicamente a conivência e a indisposição da população em reação, em pesquisa, em estudo.
A ignorância deve ser varrida, as mentes devem se abrir e analisar todas as informações que lhe são repassadas, pela mídia, pelos outros e pela suas próprias mentes, antes que uma conclusão seja firmada.

A consciência é o único fator capaz de mudança, de salvação...
em um mundo de manipulação, o pensamento é a arma mais poderosa, a raiva é a produtividade na sua melhor forma e a indignação e inquietude são a base de todo o movimento capaz de alterar a realidade enraizada em nosso modo de vida...


Se ele foi instaurado por homens, por homens ele pode ser destruído.


-Chakal

domingo, 11 de janeiro de 2009

Der Growl der Wölfe

Aos tempos é pedir demais remediar a ridícula existência da humanidade.

É inútil implorar ou apenas esperar que as pessoas mudem, que libertem-se das correntes a que se prendem e que, ao menos uma vez - seria suficiente para desencadear todo o resto - pensem por si mesmas, observem o mundo ao redor, as informações que o mundo e todo mundo despeja e tornem-se seres reais, e não marionetes que sentem-se superiores e orgulhosos de sua própria estupidez.

"Eu odeio política", "nunca vai dar em nada, prefiro deixar para lá", "É só música!","Para quê gastar neurônios com isso?"...
Desistência. Conivência. São as palavras que correm na veia das pessoas, que enraizam toda a situação deprimente que vivemos nas profundezas sombrias dos abismos da ignorância.

Nos orgulhemos disso?

As "pessoas" de hoje merecem um parágrafo a parte. Curvam-se ao primeiro sinal de dificuldade e, independente do que é certo e das consequências dos seus atos para si e, principalmente, para os outros, escolhem sempre o caminho mais fácil, aquele cuja estrada é curta e limpa, para o qual o céu é azul e onde a maioria que o percorre bate palmas ao ver mais um caminhando ao seu lado, enquanto juntos urram e atiram pedras aos que nadam contra a correnteza, simplesmente para fazer as coisas do jeito que têm de ser feitas, o jeito que carrega consigo os ideais.
Como se já não fosse suficientemente difícil atravessar o caminho mais duro.

Aos bravos que opõe-se e mostram a cada instante seus ideais sem medo, independente das represálias e da dor dilacerante da solidão, cuja lâmina é afiada e cruel, e empunhada pela maioria ansiosa pelo sangue dos que não merecem nada além de ofensas. Essa lâmina chama-se egoísmo.

Ao menos uma que eu sei que está lendo isso agora, minha 1 seguidora, por assim dizer.
Uma brava. Tal como conheço outros, cuja consciência é maior que o eu próprio e a inteligência mostra-se superior ao resto, ao lixo.

Um texto horrível, para um dia horrível.

-Chakal

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

After all, new music

Eu não sei ainda o que por aqui, hoje não é um dia para escrever.






The Stone - Ashes Divide

I’ve been pushing stones away
Far from these shores
I pretend that it’s all okay
On the brink of what can’t be adored

We survived
well we can change
So let it fade

Just let it go
We pretend so
Nothing does changed
Flowers never breaking
Through the stone

I pretend and
Pray it all away
Searching for
A place to hide
But I don’t need to pretend
Memories to fade
I just wanna feel
Something real inside

And we survive
Well we can change
So let it fade
Let it go
We pretend so
Nothing does change
The flowers never
Breaking through the stone.

I’ve been pushing stones away
Far from these shores
I pretend that it’s all okay
So long I can be adored

We survived
Well we can change
So let it fade
Just let it go
We pretend so
Nothing does changed
Flowers never
Breaking through the stone



Enquanto continuamos a fingir, a mentir, enquanto continuamos a virar as costas para o que realmente importa, o mundo definha, sempre o mesmo.